DA REDAÇÃO COM CODECOM
Equipamento cultural segue como referência na preservação da memória histórica da cidade.
A Prefeitura de Campina Grande, por meio da Secretaria de Cultura (Secult), mudou o horário de funcionamento do Museu do Algodão, importante equipamento cultural dedicado à preservação da história econômica, social e cultural da Rainha da Borborema. A partir de agora, o Museu do Algodão passa a funcionar de terça a sexta-feira, das 8h às 16h, e aos sábados, das 8h ao meio-dia, ampliando o acesso da população e turistas ao espaço.
Fotos: Mateus Almeida
O Museu abriga a exposição permanente “Ciclo do Algodão: da chegada do trem ao algodão colorido”, que apresenta ao público um percurso histórico sobre a importância do algodão para o desenvolvimento de Campina Grande, desde o período da expansão ferroviária até as transformações contemporâneas da cultura algodoeira.

Em 2025, o equipamento recebeu mais de 12 mil visitantes, consolidando-se como um dos principais espaços de educação patrimonial e valorização da memória local. “A ampliação do horário foi pensada principalmente para atender ao público acadêmico. Antes, funcionando apenas pela manhã, muitas escolas não conseguiam agendar visitas, especialmente as turmas da tarde. Agora conseguimos receber desde creches até o ensino médio, além de universidades, sobretudo cursos como História, Arquitetura e Pedagogia. O museu também acolhe turistas e mantém uma média aproximada de mil visitantes por mês, variando conforme o período”, salientou Betânia Andrade, diretora do Museu do Algodão.
Para o secretário de Cultura de Campina Grande, André Gomes, os museus desempenham um papel fundamental na construção da identidade da cidade.
“Os museus são espaços vivos de memória e conhecimento. Eles nos ajudam a compreender quem somos, de onde viemos e como a nossa história foi construída. Preservar e fortalecer esses equipamentos é garantir que a memória da Rainha da Borborema continue acessível às futuras gerações”, destacou o secretário. A Secretaria de Cultura reforça o convite para que a população visite o Museu do Algodão e conheça mais sobre um dos ciclos econômicos e culturais mais importantes da história de Campina Grande.
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